A Autoridade de Antiguidades de Israel anunciou a descoberta de destroços de um navio naufragado há mais de três mil anos na costa norte do país. A embarcação foi encontrada pela Energean, uma empresa de energia londrina que opera na costa de Israel, a uma profundidade de mais de 1,5 mil metros.
Além do mais, A descoberta é considerada uma “descoberta histórica de proporções globais” por especialistas.
O navio, que data do século 14 ou 13 a.C., foi encontrado a 90 km da costa norte de Israel.
A bordo do navio foram encontradas centenas de ânforas antigas intactas, que se acredita terem sido usadas para armazenar produtos como vinho e azeite na Idade do Bronze.
A descoberta sugere que os marinheiros da época eram capazes de viajar pelos oceanos usando a navegação celestial, se orientando pelo Sol e pelas estrelas.
A Autoridade de Antiguidades de Israel planeja apresentar alguns dos objetos descobertos no navio ao público em breve. Além disso, a descoberta desafia a história da navegação mundial, pois indica que os marinheiros daquela época eram capazes de navegar pelo mar sem ver a costa.
Em outra descoberta notável, um grupo de pesquisadores canadenses anunciou a descoberta dos destroços do navio do famoso explorador britânico Ernest Shackleton. Os restos da embarcação estão na costa de Newfoundland e Labrador, no Canadá, a 390 metros de profundidade.
Shackleton é conhecido por ter participado de uma grande jornada na Antártica em 1915, após seu navio, o Endurance, ter afundado. Ele morreu a bordo do Quest, o navio encontrado, enquanto se dirigia à Antártica para sua quarta expedição.
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